Priscila Rossiter

Priscila Rossiter

Neste Dia da Amazônia, relembro as palavras com que encerrei meu relato aqui neste blog, sobre a minha primeira viagem realizada à floresta amazônica, em abril de 2014:

Ao ser tratada apenas como um “paraíso ecológico”, muito se tem mistificado sobre os encantos naturais da Amazônia, deixando de lado a construção de um projeto de futuro no qual as condições necessárias para que seus habitantes tenham uma vida decente, sustentável, como verdadeiros guardiões e protagonistas da floresta, possam ser viabilizadas.

Priscila Rossiter

Priscila Rossiter

Raissa Rossiter

Raissa Rossiter

De fato, o que mais me impressionou naquela viagem, em que pese toda a exuberante beleza da floresta Amazônica, foi a condição precária da população local, mergulhada em pobreza, isolamento e falta de condições sanitárias adequadas. Pude observar expressões distantes e melancólicas entre os anônimos amazônidas – crianças, jovens e idosos – que ficamos conhecendo.

Como se pode pensar o papel da Amazônia para o desenvolvimento sustentável sem equacionar o presente e o futuro com justiça e maior inclusão social e econômica para seus habitantes? Que aqueles que têm a responsabilidade pela gestão pública possam pensar a Amazônia a partir de – e para – sua gente.

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