PhotoStock-Israel

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Passaram as festas de final de ano e as férias. Até o carnaval já passou. É hora de encarar este ano, que parece desafiar todos os prognósticos em relação ao Brasil. Enfrentando uma crise hídrica e energética, o aumento dos impostos, um ambiente de recessão econômica, os desdobramentos da Operação Lava Jato, a ampliação dos benefícios de deputados federais, que representará um impacto no orçamento da Câmara de R$ 110 milhões, a cidadã e o cidadão vão se deparando – diariamente – com uma sucessão de notícias que desafiam qualquer otimismo.

Diante disso, no âmbito individual, vou procurar reforçar três ingredientes atitudinais para encarar um ano que não será nada fácil. O primeiro é a coragem. Diante de tamanha crise, que para alguns provoca o medo e o imobilismo, vou olhar para frente e para dentro de mim mesma com coragem, vou repensar comportamentos e velhos hábitos, vou buscar novos desafios. Um consumo mais responsável e sustentável, dentro e fora de casa, estará no centro das minhas atenções.

O segundo é a resiliência. É muito difícil assistir tudo que se passa e não se sentir frustrada ou desanimada.  Para isso, é preciso me perceber cada vez mais como protagonista, não como vítima das circunstâncias. Vou reforçar a espiritualidade, sabendo que aqueles que confiam em Deus são mais que vencedores.

E, finalmente, a mobilização. Vou intensificar minha atuação em rede, participando de movimentos em prol da democracia, da sustentabilidade e das causas que acredito. Vou procurar participar mais do contexto local. Não vou me encolher e ficar fechada no meu “pequeno mundo”.

Este não será um ano nada fácil. É preciso se preparar.  Estou construindo uma trincheira pessoal para enfrentar esse perturbador Brasil em que vivemos.

 

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