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O ano novo sempre começa com uma disposição para mudanças positivas em vários planos, do pessoal ao profissional, da vida privada à vida pública. Mas, como sempre, nos deparamos com aquilo que já sabíamos: para mudar a vida, precisaremos – das nações às pessoas – de engenho e arte para enfrentar as vicissitudes e o imponderável que o mundo real nos apresenta.

Ao começar o novo ano, o velho ainda ronda: na política, na economia, nos hábitos, nas crenças, enfim, nos velhos paradigmas e modelos mentais que vão empurrando lentamente para baixo do tapete os esforços embrionários para fazer o diferente. E tudo pode voltar ao velho, ao que se queria deixar para trás. É preciso falar das enchentes, dos apagões, da violência, do pibinho, da não-posse do Chávez?

Fazer o novo acontecer é um exercício de fé e de sonho, mas também de paciência, determinação e disciplina.

Que 2013 seja realmente novo para o mundo, para o Brasil, para cada um de nós!

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