pedro ladeira - afp

No ano da Rio+20, o Movimento Hora do Planeta, coordenado pela WWF, ganha força no mundo e no Brasil.

Em sua quarta edição, conseguiu provocar a participação de 133 cidades do país, dentre elas todas as capitais brasileiras. O Distrito Federal aderiu desde a primeira edição.

É uma mobilização de grande simbolismo, um alerta sobre as mudanças climáticas, que pode fazer as pessoas, comunidades, empresas e governos repensarem sua relação com o planeta e o que estão fazendo em direção à sustentabilidade.

Para além do movimento da sociedade, que vem crescendo a cada ano, a comunidade global ganha mais um instrumento importante. Trata-se de uma iniciativa robusta, que atenderá governos, universidades e empresas, e acaba de ser lançada em Londres, Inglaterra. É o CCM – Centre for Carbon Measurement, Centro para Mensuração de Carbono (http://www.npl.co.uk/carbon-measurement/).

O CCM vai agregar maior rigor científico às mensurações sobre mudanças climáticas, monitoramento das emissões de carbono e possibilitar o desenvolvimento de novas tecnologias de baixo carbono. E há oportunidades de cooperação científica e comerciais entre Brasil e Reino Unido, sem dúvida, nessa área.

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