robert gailbrath/reuters

No Dia da Pequena Empresa, que passou a ser celebrado todo dia 5 de outubro no Brasil, há alguns anos, o mundo perdeu um de seus gênios empreendedores: Steve Jobs. Para mim, ninguém melhor que ele encarnou o conceito do economista Joseph Schumpeter sobre empreendedorismo.

Jobs inovou e tirou da tecnologia a sua face usualmente cinza, não amigável e a transformou em algo colorido, encantador, bonito e atraente aos olhos, aos ouvidos e às mãos de seus usuários, que deixaram de ser meros consumidores e passaram a ser admiradores dos produtos da empresa da qual foi cofundador, a Apple.

Aqui no Brasil, outros estão batalhando no mercado para levar suas inovações mundo afora, como o Professor José Antonio Leal de Farias, da empresa Stairs, de Campina Grande, na Paraíba (foto). 

campus party

A empresa do Professor passará a exportar games para a Microsoft, empresa concorrente da Apple de Jobs. Dois empreendedores. O que eles tem em comum? Exatamente aquilo que Schumpeter considerou a essência do empreendedorismo: a capacidade de inovar, de sair do quadrado, de destruir e recriar tecnologias, de produzir novas combinações e conexões, de aproveitar novas oportunidades, traduzindo-as em atividades economicas e em negócios.

O mundo precisa de gente assim, como Jobs e o Professor Leal. Gente motivada, apaixonada pelo que faz, capaz de sonhar e arriscar. Empreendedores visionários que ousem construir o novo, o inesperado, em um processo permanente e dialético de destruição criativa. No dia da Pequena Empresa, sem dúvida, são exemplos inspiradores.

Anúncios