A ocorrência de eventos extremos, tais como tempestades, ciclones, enchentes, tem sido fenômeno freqüente no mundo e no país, causando calamidades e mortes. O cenário é de devastação e estrago na vida das pessoas, das cidades e da economia.

O recente desastre em Pernambuco e Alagoas demonstra que há problemas estruturais que precisam ser encarados. Remete para a necessidade de prevenção, por meio de um reordenamento urbano. Especialistas reforçam a necessidade de educação ambiental e de redução de desmatamento.

Mais uma vez é possível constatar que existem recursos públicos que poderiam ser aplicados, em maior volume e qualidade, para obras e serviços de caráter preventivo em áreas de risco, incluindo contenção de encostas, drenagem superficial e subterrânea, desassoreamento, retificação e canalização de rios e córregos.

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