Matthew Marek/American Red Cross 

Registro a tristeza pelo terremoto que devastou o Haiti. Além das milhares de vítimas locais, entre os brasileiros, havia uma mulher de muito valor, a médica Zilda Arns, que morreu naquele país. Estamos tristes pela perda de alguém genuinamente dedicado ao bem, mas confortados porque sabemos que ela morreu no exercício de sua missão humanitária, exercendo solidariedade aos que necessitam. O Brasil atua no Haiti há cerca de cinco anos com soldados brasileiros integrando a força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU). Os haitianos sentem muito carinho pelo nosso povo, é o que me contou, em bate-papo descontraído, uma funcionária haitiana do parque temático Animal Kingdom, que conheci nessas férias recentes, ao saber que eu era brasileira. O Haiti tem problemas sérios de pobreza, altos índices de mortalidade infantil e baixas taxas de crescimento populacional. Várias instituições estão neste momento colhendo doações para ajudar as vítimas: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1445754-5602,00.html. Fica aqui minha singela homenagem à Zilda Arns, na imagem dessa criança sobrevivente, que representa uma brecha de esperança no meio dos escombros do terremoto. Esperança que ela tanto cultivou e ajudou a espalhar com ações concretas em toda a sua vida, como fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança.

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